Continuo, mesmo quando meus pés cansam. Sigo por estradas e caminhos que me
desviam do meu rumo. Rumo sem rumo nenhum. Caminhos de caminhos desconhecidos.
Aventura sem perigos ou alegrias. Apenas o mesmo caminhar incessante daqueles
que seguem o que já fizeram vias atrás, e que insistem em tropeçar na mesma
pedra.
Pegue um pouco de desilusões, coloque num caldeirão de idéais, acrescente uma pitada de ironia e você terá o meu castelo!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Giz
E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo:
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei...
Letra: Renato Russo
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Sufocados...
sábado, 9 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Sentidos
Uma brisa gélida toca minha face,
tão distinta do rubor que antes a aquecia...
Essa mesma brisa resseca meus lábios,
antes sempre latentes pelo teu beijo.
Apenas meus olhos permanecem úmidos,
molhados pelo orvalho de minhas lágrimas...
tão distinta do rubor que antes a aquecia...
Essa mesma brisa resseca meus lábios,
antes sempre latentes pelo teu beijo.
Apenas meus olhos permanecem úmidos,
molhados pelo orvalho de minhas lágrimas...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Forma sem nome e número
Escrito no dia em que pedi uma resposta...
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