quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

(A)mares



A incerteza pesa em meus ombros

da necessidade de um dia ver,
Rever o passado em meio a escombros
de todas as memórias do que vim a ser.

Desnecessária toda a ilusão que alimentei
pois de nanda me serve um remo,
Se não navego nos mares que invetei
e de meus monstros já nada temo.

É por que, entre mil ocenaos reias
mais imensos e profundos que um céu,
Em meio a ondas de versos banais,
que eu naufrago em rochedo aos leú.

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